As aulas do segundo semestre começaram e, com elas, a preocupação de muitos pais com o desempenho de seus filhos nos estudos. Para evitar as notas baixas e, consequentemente, a recuperação ou a repetência no final do ano, é fundamental acompanhar a vida escolar das crianças.
“As notas ruins não representam apenas desinteresse e falta de estudo. O mau relacionamento com colegas ou professores, dificuldades de audição ou de visão, assim como problemas relativos à metodologia de ensino utilizada pelos professores, também podem interferir no desempenho escolar”, alerta Maria Ângela Barbato Carneiro, professora de educação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Para o acompanhamento diário, a pedagoga aconselha que os pais chequem a agenda do filho, pois lá devem constar as lições a serem feitas e as datas de entrega. Outra dica importante é estabelecer horário e local para o estudo, seja uma escrivaninha ou a própria mesa da cozinha. É essencial, também, despertar o interesse dos pequenos pelo aprendizado.
“Muitos estudantes apresentam um desempenho ruim na escola porque não têm estímulo em casa”, comenta a pedagoga. Mas ninguém precisa ficar ao lado da criança o tempo todo! Pelo contrário: o aluno deve ter autonomia ao fazer a lição de casa. Por isso, na hora da tarefa, o adulto só pode interferir se houver um pedido de ajuda. E, mesmo assim, apenas para orientar e esclarecer dúvidas. Papais e mamães: jamais façam a lição ou as pesquisas pelos filhos, ok?
E se as notas baixas forem decorrentes da preguiça, vale, sim, uma punição, como proibir a televisão ou o videogame durante a semana. “Porém, o que for combinado deve ser mantido, sem que os pais se sintam penalizados por isso. Caso contrário, perderão os limites com os filhos”, ressalta Maria Ângela.
Para o acompanhamento diário, a pedagoga aconselha que os pais chequem a agenda do filho, pois lá devem constar as lições a serem feitas e as datas de entrega. Outra dica importante é estabelecer horário e local para o estudo, seja uma escrivaninha ou a própria mesa da cozinha. É essencial, também, despertar o interesse dos pequenos pelo aprendizado.
“Muitos estudantes apresentam um desempenho ruim na escola porque não têm estímulo em casa”, comenta a pedagoga. Mas ninguém precisa ficar ao lado da criança o tempo todo! Pelo contrário: o aluno deve ter autonomia ao fazer a lição de casa. Por isso, na hora da tarefa, o adulto só pode interferir se houver um pedido de ajuda. E, mesmo assim, apenas para orientar e esclarecer dúvidas. Papais e mamães: jamais façam a lição ou as pesquisas pelos filhos, ok?
E se as notas baixas forem decorrentes da preguiça, vale, sim, uma punição, como proibir a televisão ou o videogame durante a semana. “Porém, o que for combinado deve ser mantido, sem que os pais se sintam penalizados por isso. Caso contrário, perderão os limites com os filhos”, ressalta Maria Ângela.
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